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Paralisia Do Sono Parte 2

Paralisia Do Sono Parte 2

Bem como já vimos tudo que aconteceu tem uma explicação científica, embora seja uma explicação meia boca como dizemos aqui no interior de São Paulo. Porém é uma explicação embasada em pesquisas e não desdenho dela.

Quem ainda não sabe do que estou falando clique aqui e veja o início desta história.

Queria que vocês conhecem um outro personagem que vivia na casa barulhenta, a Mãe.

Ela era o pilar central, com um temperamento muito forte ela foi sempre quem colocou tudo nos trilhos naquela família.

A mãe era empreendedora, sempre teve seu próprio negócio e era bem sucedida financeiramente.

De todos da casa ela era a única que conhecia as histórias passadas daquela casa antes de nos mudarmos.

A Noite Seguinte da Minha Paralisia

Bem chegou a noite seguinte e quem já teve paralisia do sono sabe o quanto se fica receoso na hora de deitar na cama. Porém aquela noite não era como a anterior que eu deitei cedo, eu trabalhava de garçom e cheguei em casa por volta das 4:30 da manhã.

Cheguei e medroso como eu sou não quis ir direto para cama, deitei no sofá com todas as luzes acesas eu fui assistir TV, cochilei e quando acordei já havia amanhecido, levantei tomei banho e fui para meu trabalho diurno.

A Mãe aquela noite não havia dormido no quarto dela pois ela cedeu o quarto para a mãe do Bebê que havia vindo visitá-lo e queria dormir com ele.

Só uma breve explicação, o Bebê morava na casa barulhenta mas a mãe dele não a Mãe de nossos relatos é na verdade a avó do Bebê e minha mãe.

A Mãe dormiu no Hall de entrada que usávamos como sala de internet (isso mesmo ainda não havia WiFi ) e guardamos os brinquedos do Bebê.

Quando cheguei do meu trabalho diurno no final da tarde encontrei a Mãe que durante nosso bate papo nosso bate papo na cozinha falou a seguinte frase.

– Essa noite não foi fácil, ele estava agitado!

A Noite da Mãe

Então a Mãe relatou como foi a noite dela.

Ela levou um colchão e colocou no chão do hall de entrada da casa e se deitou para dormir e logo pegou no sono.

Morávamos em cinco pessoas na casa barulhenta éramos adultos, era comum algum de nós sairmos a noite e tinha eu que chegava sempre de madrugada.

A Mãe acordou por volta das 3 da manhã com alguns passos no corredor que levava ao hall e a porta de saída, imaginou que provavelmente era algum de nós. Em alguns instante ela ouviu o portão da casa se abrir, então alguém estava saindo ok?

Estranhamente ela percebeu que a porta da casa não fez barulho nenhum parecia que não tinha sido aberta e ouviu novamente os passos no corredor e outro barulho no portão. Então ela se levantou e olhou pela janela que havia no Hall e o portão não havia sido aperto, ele apenas fez um barulho como se alguém o chacoalhava.

Ela estranhou os barulhos mas barulhos estranhos não era raridade na casa barulhenta, então deitou se novamente para dormir. E lá vem novamente os passos no corredor, a Mãe com seu temperamento forte sentou no colchão e disse:

– Que m@%#&, você não vai me deixar dormir?

E foi então que ela escutou um barulho de abelhas como ela relatou, e uma pressão sobre o corpo que a obrigou deitar novamente.

Ela não conseguia se levantar nem se movimentar, e aquele barulho que ela ouvia parecia ficar cada vez mais ensurdecedor.

A Mãe tentava gritar mas como é característico da paralisia no sono ela não conseguia.

Segundo a mãe isso durou uns cinco minutos para que então ela conseguisse enfim levantar.

Ela levantou foi a cozinha beber água, se acalmou, pegou o colchão e foi dormir em seu quarto no chão.

Coincidência ?

Eu não havia comentado com ninguém inclusive a mãe sobre o que havia acontecido comigo uma noite antes, se eu tivesse falado eu teria certeza que eu teria induzido ela a ter alguma alucinação ou sonho.

E os relatos que ela me falava era muito parecido com o que eu havia sentido uma noite antes, mas todos os estudos sobre paralisia do sono fala que este é um fenômeno raro, e qual a probabilidade de isto acontecer com duas pessoas na mesma casa em noites consecutivas?

Um dos detalhes que mais me impressionou do o barulho de abelhas que ela dizia ouvir, eu ouvi uma noite anterior um barulho de estática de TV, se analisar os dois sons eles são muito parecidos.

Não acho que era barulho de estática de TV e nem de abelhas, acho que era algo que ouvimos mas não conhecíamos por isso associamos a sons conhecidos.

Enfim não sei se as explicações sobre paralisia do sono se aplicam nestas duas situações, ainda mais naquela casa.

Essas são apenas duas de muitas coisas muito estranhas que aconteciam naquela casa  e que vamos te contar aqui no blog Casa Assombrada.

E você já viveu alguma coisa parecida? Deixe seu comentário e compartilhe conosco!

2 Comentários

  1. Olá. Li toda a sua história e sim, acredito. Tenho também algo muito parecido com isso que aconteceu comigo a muitos anos e que até hoje me intriga e não acho explicações plausíveis. Eu tive muitas, muitas e muitas paralisias do sono durante a minha adolescência e que foram diminuindo, iam e voltavam até que por volta dos meus 22 ou 23 anos de idade pararam e não aconteceu mais ( graças a Deus). Aquilo era horrível, eu me “cagava” de medo, cada vez que ia me deitar, eu ficava pedindo em pensamento que aquilo não voltasse a acontecer, pois quando eu tentava me levantar não conseguia, não mechia um dedo se quer, apesar de estar consciente, parecia que estava morrendo, uma sensação extremamente desagradável e apavorante. Mas nunca percebi nenhum ser estranho no meu quarto durante a paralisia. Mas olha só, eu morava no interior de uma pequena cidade aqui no RS, tinha que caminhar por um campo até chegar em uma estrada pra pegar um ônibus pra ir a escola que ficava na cidade, isso sempre bem cedo, na madrugada, pois era longe. Pois bem, um certo dia com 15 ou 16 anos por aí lá estava eu de um lado da estrada de chão batido(morava na roça) esperando o meu ônibus por volta das 5:50 da manhã, de repente eu que estava olhando pra o lado de onde descia o ônibus e vi algo com a visão periférica bem na minha frente no outro lado da estrada, então virei meus olhos pra lá e vi muito nítido aquele homem parado me encarando, ele era muito, muito alto que parecia ter mais de 2 metros de altura eu acho, de chapéu com aba larga, e vestindo uma espécie de capa, as vestes dele era preta tudo preto como uma sombra, não dava pra ver seus braços, pernas nem o rosto, ele ficou parado por alguns segundos bem na minha frente à cerca de 8 m de distância, e eu olhando e tentando entender, após uns segundos ele virou de lado e saiu caminhando passando por uma cerca de arames sem precisar se abaixar ou pular e desapareceu atrás de uma árvore( um eucalipto). Hoje tenho 33 anos de idade mas sempre que me lembro disso me arrepio muito, pois lembro exatamente daquele semblante inconfundível e incomum. Nunca relacionei com as paralisias do sono que eu tinha na época, mas não sei né.
    Obs: muita coisa em comum com a sua história, por exemplo a minha mãe também era o alicerce da casa como a sua, pois meu pai faleceu eu tinha 5 anos de idade, e ela relatava muitas veses que via uma luz tipo tocha que passava perto da janela do seu quarto e deixava claro como
    a luz do dia o interior do cômodo.
    Bom essa é minha história. Obrigado…

    • Poxa João, obrigado por compartilhar sua historia, realmente algumas semelhanças.
      Se puder me conto um pouco como era a casa que você morava e qual região.
      Também me chamo João e tenho 33 anos.

      Abraços


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